MINISTÉRIO DE MÚSICA

Avisamos aos interessados, que tocamos em missas de falecimento, formatura, 15 anos, casamentos e bodas.

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Quando Tudo Parece Nada e Nada Parece Tudo

Quando Tudo Parece Nada e Nada Parece Tudo, podemos ver o quanto somos miseráveis e pequenos, o quanto somos muito e pouco, o quanto somos deus e homens, o quanto somos dependentes do todo, de todos e principalmente de Deus.

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Ter, 08 de Janeiro de 2008 03:25

Na missa ou ceia do Senhor, o povo de Deus é convocado e reunido, sob a presidência do sacerdote que faz às vezes de Cristo, para celebrar o memorial do Senhor ou sacrifício eucarístico.

RITOS INICIAIS

Início de uma comunicação que gerará laços de comunhão entre todos. Os ritos iniciais têm o caráter de introdução e preparação.

Canto de Entrada: (de pé) todos reunidos, para receberem o sacerdote com o diácono e os ministros (procissão de entrada) entoam o canto de entrada. A finalidade deste cântico é dar início à celebração, favorecer a união dos fiéis reunidos e introduzi-los no mistério do tempo litúrgico ou da festa.

Beijo do altar: (de pé) o altar representa o próprio Jesus Cristo; beijando o altar o celebrante expressa sua relação íntima com o Senhor, pois é em nome dEle que irá presidir a santa missa.

Saudação e acolhida: (de pé) o padre, com palavras espontâneas e breves, saúda e acolhe a comunidade (ainda de pé) e a introduz no espírito próprio da celebração, despertando na assembléia a consciência de que está reunida em nome de Cristo e da Trindade para celebrar (Sinal da Cruz). Neste momento acolhem-se as pessoas visitantes, recorda-se dos falecidos e seus familiares e lembra-se das pessoas ausentes.

Ato Penitencial: o sacerdote convida ao ato penitencial, o qual após uma breve pausa de silêncio, é feita por toda a comunidade com uma fórmula de confissão geral e termina com a absolvição do sacerdote.

KΩrie, eléison: depois do ato penitencial, diz-se sempre o Senhor, tende piedade de nós (KΩrie, eléison - expressão grega); a não ser que já tenha sido incluído no ato penitencial.

Glória in excelsis: (de pé) já perdoados, cantamos para louvar e agradecer. Não é permitido substituir o texto deste hino por outro. Não se canta o Glória no Advento e na Quaresma.

Coleta: (de pé) o sacerdote convida o povo à oração; e todos , juntamente com ele, se recolhem a um momento de oração silenciosa. Depois quem preside poderá solicitar aos presentes que proclamem os motivos de sua oração – fatos da vida, aniversários, falecimentos, problemas, alegrias e esperanças – então o sacerdote diz a oração chamada “coleta”, pela qual se exprime o caráter da celebração. A oração termina com a conclusão trinitária e todos respondem Amém (que significa “assim seja”).

RITO DA PALAVRA

Depois da Oração Inicial (coleta), o leitor dirigi-se até o ambão (mesa da palavra) e se prepara para fazer a leitura – estamos iniciando a Liturgia da Palavra.

Primeira leitura: (sentados) introdução por breve motivação: ouviremos um trecho do A.T.(parte bíblica que prepara a vinda do Messias) ou dos Atos dos Apóstolos no tempo pascal.

Salmo Responsorial: (sentados) é resposta orante da assembléia à 1ª leitura. Favorece a meditação da Palavra escutada.

Segunda leitura: (sentados) introdução por breve motivação: passagem tirada do N.T., de uma das cartas (epístolas) dos apóstolos (Filipenses, Gálatas, Romanos, 1Coríntios, etc.).

Aclamação ao Evangelho: (de pé) o “ALELUIA” (que significa “alegria”) ou, de acordo com o tempo litúrgico, outro canto de aclamação, é sinal da alegria com que a assembléia recebe e saúda o Senhor que vai falar e da disponibilidade para o seguimento da mensagem da Boa Nova proclamada.

Evangelho: (de pé) Jesus nos fala apresentando-nos o Reino de Deus.

Homilia: (Sentados) deve ser a explanação de algum aspecto das leituras da Sagrada Escritura, tendo como referencial a pessoa, a vida, a missão e o mistério pascal de Jesus Cristo, bem como as necessidades peculiares dos ouvintes.(HOMILIA ≠ SERMÃO)

Breve silêncio

Profissão de fé (credo): de pé, afirmamos aquilo que, enquanto cristãos, devemos acreditar - a obra da criação do Pai, a redenção pelo Filho e a santificação pelo Espírito Santo. Existem três fórmulas do creio: o Símbolo dos Apóstolos, o Símbolo Niceno-constantinopolitano e a fórmula com perguntas e respostas usadas na Vigília Pascal e na celebração do batismo.

Oração dos fiéis ou Oração Universal: nela, os fiéis pedem a Deus que a salvação proclamada se torne uma realidade. Pede-se pelas necessidades da Igreja; pelas autoridades civis e pela salvação do mundo; por aqueles que sofrem dificuldades e pela comunidade local.

RITO EUCARÍSTICO

A liturgia Eucarística repete o que Cristo fez na última ceia:

-Tomou o pão e o cálice – preparação das oferendas;

-deu graças – Oração Eucarística;

-partiu o pão – Fração do pão;

-e o deu – Comunhão.

Preparação das Oferendas/Ofertório: ao iniciar a liturgia eucarística, levam-se para o altar “o pão e o vinho”, que vão converter no Corpo e Sangue de Cristo.

Estrutura da Preparação das Oferendas:

-sentados

-canto, silêncio ou música instrumental

-procissão com as oferendas

-apresentação do pão

-mistura da água no vinho

-apresentação do vinho

-oração silenciosa do presidente

-“Lavabo” – o presidente lava os dedos

-convite à oração sobre as oferendas – de pé

-resposta da assembléia

-oração sobre as oferendas.

Oração Eucarística ou Anáfora/Consagração: (de pé) Momento central e culminante de toda a celebração, a Oração eucarística é uma oração de ação de graças e de consagração.

Estrutura da Oração Eucarística:

diálogo inicial entre presidente e assembléia

Prefácio: é dirigido ao Pai (Na verdade, é justo e necessário...- O.E. nº II). Termina com o “santo”

Santo, Santo, Santo (“Sanctus”)

Epiclese: (Na verdade, ó Pai, vós sois santo e fonte de toda a santidade...). Invocação do Espírito Santo sobre o pão e o vinho. É o momento da Transubstanciação, onde o pão se torna Corpo e o vinho Sangue de Jesus Cristo.

Narrativa da Instituição = Última Ceia. “Tomai, todos, e comei...” e “Tomai, todos, e bebei...” São as palavras que Jesus proclamou na Última Ceia.

Aclamação após a Consagração: “após a consagração, tendo o Sacerdote dito: Eis o mistério da fé, o povo profere a aclamação, usando uma das fórmulas prescritas” (n. 151). “O mais significativo é que se faça a aclamação de pé, pois se trata de uma profissão de fé, de um testemunho, de um anúncio do mistério pascal de Cristo”.

Anamnese (memorial): “Celebrando,pois, a memória...” (anamnese da O.E. nº II).

Oblação (oferta): oferta a Deus Pai, no Espírito Santo, a hóstia imaculada.

Intercessões (momentos e lembranças): É momento de unidade com toda a igreja militante, padecente e triunfante; de intercessão pelos falecidos e pelos que não são cristãos.

Doxologia (doxo: glória, logia: palavra): Dar palavras de glória. “Por Cristo, com Cristo, em Cristo...”.

·“No fim da Oração Eucarística, o Sacerdote, tomando a patena com a hóstia e o cálice ou elevando ambos juntos, profere sozinho a doxologia “Por Cristo”. Ao término, o povo aclama “Amém” (n. 151 da Instrução Geral sobre o Missal Romano)”.

·“A doxologia final da Oração Eucarística é proferida somente pelo Sacerdote celebrante principal, junto com os demais celebrantes, não, porém, pelos fiéis” (n. 236)

Amém: É o ponto alto. É a ratificação de toda a Oração Eucarística por parte da assembléia. Deve ser vibrante, contagiante e de preferência cantado. Todos devem levantar os braços e bater palmas ao ritmo da música.“Ele merece! Ele merece!”

RITOS DE COMUNHÃO

Pai Nosso: a recitação da oração do Senhor – oração que Jesus nos deixou – vem precedida de um convite, para que todos possamos dizer juntos: “Pai Nosso...”. Não é obrigatório dar ou levantar as mãos.

No final da oração não proclamamos o “Amém”, pois a oração continua no desenvolvimento do último pedido que é: “mas livrai-nos do mal”.

Oração pela Paz: (Jo 14, 27) - O padre recita a oração e todo o povo responde Amém. O gesto utilizado para desejar a paz, não é específico e obrigatório, mas sim, varia segundo o costume do lugar: beijo, abraço, aperto de mãos.

Abraço da Paz: é expressão de alegria e comunhão fraterna; pode ser realizado no início da celebração, como saudação fraterna; no ato penitencial, em sinal de reconciliação; após a homilia ou no final da missa. É preciso, mesmo que haja canto, desejar a paz ao irmão falando “paz de Cristo”. Algumas pessoas cantam e esquecem de falar, por isso alguns Bispos recomendam esse momento sem canto. É importante encerrar a paz no momento da Fração do Pão.

Fração do Pão: gesto praticado por Cristo na última Ceia. Este rito é reservado ao sacerdote e ao diácono.

Rito da Comistão (comixtio): o padre deixa cair um pedacinho da hóstia no cálice para expressar que mesmo separados, o pão e o vinho formam uma unidade.

Cordeiro de Deus: a invocação é feita durante a fração do pão e sua mistura com o vinho. Esta é uma oração do povo e pode ser cantada ou proclamada em alta voz.

Comunhão:

- não devemos deixar o ministro ou padre esperando para dar a comunhão, pois é Cristo que nos espera.

- “É muito recomendável que os fiéis recebam o Corpo do Senhor em hóstias consagradas na mesma missa...” (n° 85  Instrução Geral).

- se a Comunhão é dada sob a espécie de pão somente, o Sacerdote mostra a cada um a hóstia um pouco elevada, dizendo: “O Corpo de Cristo”. Quem vai comungar responde: “Amém” (nº161 I.G.)

- a hóstia deverá ser colocada sobre a palma da mão do fiel, que a levará à boca antes de se movimentar para voltar ao lugar. É também inconveniente que os fiéis tomem a hóstia com dedos em pinça e, andando, a coloquem na boca (CNBB 1974).

- devemos receber o Corpo de Cristo nas mãos como se elas fossem um trono. Mão esquerda sobre a direita com os dedos juntos.

- antes de levar a hóstia à boca devemos, primeiramente, santificar nossos olhos e nossas mãos.

- Não é necessário fazer o sinal da cruz após a comunhão.

- Jesus me fez ficar de pé! Por isso, a forma mais correta de receber a comunhão é de pé.

- sendo a missa de domingo obrigatória, só é permitido comungar se assistirmos toda a missa. Se chego atrasado estou em pecado. Devo, então, assistir outra missa ou pelo menos a parte que perdi. Já durante a semana, posso comungar mesmo que me atrase.

- após a comunhão, volto ao meu lugar para fazer minha oração pessoal com o Senhor (de joelho ou sentado).

- é recomendado que se comungue apenas duas vezes ao dia (missa toda).

- “Oração depois da Comunhão”.

RITOS FINAIS

Avisos e Exortações

Bênção: Bênção significa o bem que alguém quer para outra pessoa.

Despedida

Beijo no altar: pelo sacerdote e diácono e depois Inclinação profunda ao altar pelo sacerdote, diácono e ministros. O fiel para sair de seu lugar deve esperar a saída do padre do altar.

Saída: canto.

 

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