RECESSO DE JULHO

Avisamos aos amigos do ANUNCIAI, que neste mês de JULHO, NÃO teremos nossa reunião normal na Igreja do Bom Pastor aos sábados. Só voltaremos no dia 14/08.

Boas Férias !!

Olhos Tristonhos

Certa vez vi uma foto em uma exposição de olhos, e hoje, ouvindo uma música, lembrei-me e não parei de perguntar: De quem seriam aqueles olhos que pareciam não brilharem há muito tempo? De quem seriam aqueles olhos tão perdidos no horizonte? De quem seriam? De quem seriam? 

A dor, o medo, o amor PDF Imprimir E-mail
Escrito por Generray Neres   
Seg, 09 de Fevereiro de 2009 15:28

A dor é algo de que não podemos fugir, é algo que pode ser externo ou interno. Mas certamente nada pode ser pior que a dor interna, não a da carne, e sim a do corpo, a dor no coração, a dor do medo.

O medo de perder o que mais amamos, a possibilidade de se perder aquilo que mais amamos dói muito mais que o parto, muito mais que um corte que demora a cicatrizar. A dor de perder o que amamos, ou quem amamos é a pior dor do mundo.

Não sei se você já perdeu alguém que ama, se sim, você sabe do que estou falando, se não, você não faz idéia do que é dor. Me desculpe se você acreditava ter sofrido a maior dor do mundo, mais se esta não veio da perda de quem você ama, a sua dor não pode ser a maior.

Mais uma vez citando o poeta: “Você quer saber se ama aquela pessoa de verdade? Tente imaginar como seria a sua vida sem esta pessoa, se você perceber que não conseguiria viver sem ela, aí você sabe que ama”. É assim que funciona o amor, e quando você percebe que esta situação é verdadeira na sua vida, é aí que você passa a sentir medo. 

Escutei alguém dizer uma vez a uma pessoa que afirmava não ter medo, “se você não tem medo, você não tem esperança, e conseqüentemente não tem fé”. Então eu acho que sou um homem de muita fé. Certo dia tive a sensação de que ia perder a minha esposa, e meu bebê que estava em sua barriga, não pude controlar as lagrimas, não posso imaginar perder mais um filhinho, não sei se agüentaria...

Sei que tenho medo de perdê-los, assim como tenho muito medo de perder meus pais também. É uma dor que dói de mais, e não desejo esta a ninguém. Quando vejo o sorriso da minha queridinha, minha filhinha, sinto um alívio, sinto uma paz tão grande que consigo finalmente ver Deus. É como se fosse uma efusão no Espírito Santo.  

Quando penso na possibilidade em perder minha esposa, me lembro da promessa que fizemos no dia de nosso casamento: “até que a morte nos separe!” Mas quem casa pensando que a morte irá separar o casal? Se casa pensando em viver eternamente juntos! Se não for verdade, corrijam-me os casados que lerem este texto.

Contudo, como diz as escrituras: “Se Deus é por nós quem será contra nós?” ou ainda “... a quem temerei?”, portanto como Deus está do nosso lado, temos todo o direito do mundo de ter medo, mas não de se entregar ao medo, ou deixar que ele nos domine. Deus é nosso pastor (Salm 22), Ele é o nosso guarda (Salm 120) Deus está comigo e com você para sempre (Mt 28,20b).

Imagine você a dor que sente Deus quando vê um filho seu se perder, imagine a dor que O Pai sentiu quando entregou seu único filho para morrer na cruz por nós, é a mesma ou porque não dizer, é maior que a dor que sentimos quando perdemos alguém. Amigo se você assim como eu, não deseja a ninguém está dor, pense em como está a sua vida, dê um jeitinho nela, mude de vida, pois não desejar este medo, esta dor a ninguém, é não desejar a Deus também, que lhe ama mais que tudo (Is 43,4b).

O meu convite aqui a você, é para deixar de causar a dor que você não quer para si mesmo, Aquele que só lhe dá Amor, mude de vida para que Deus não sofra assim como você não quer sofrer.

Generray Neres é coordenador do Grupo de Oração Anunciai, casado, faz parte dos ministérios de pregação e de música.

 

 

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